14abr 2013

Meu diário da RED TOUR: MIAMI, FL

Postado por às em Musica, Taylor

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Durante a semana passada estive em Miami e conferi o show de Taylor para a RED TOUR na cidade. Dediquei este espaço para contar tudo para vocês, desde a minha chegada, até a minha QUASE ida ao Club Red.

Cheguei ao local do show aproximadamente 13:00. Dá logo um frio na barriga de passar na frente do local e estar mostrando o clipe de “22” em um telão enorme, as lágrimas já queriam aparecer logo ali. Dei a volta na arena atrás de algum estacionamento, enquanto procurava, vi os caminhões da turnê estacionados. Fiquei logo nervoso, quase bati o carro hahaha

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Achei o estacionamento, mas teria que pagar $25 dólares em dinheiro, e eu só estava com o cartão, tive que sair de lá e procurar em outro lugar (tinha estacionamento de um shopping do outro lado da rua), enquanto saia do estacionamento, avistei várias pessoas vestidas de vermelho e algumas fantasiadas. Estacionei o carro do outro lado da rua e corri pra lá.

As pessoas estavam esperando alguém dar sinal de vida, a Taylor ainda não tinha chegado. Fiquei lá com a minha bandeira do Brasil no ombro e duas meninas super simpáticas do TaySwift.com me pararam, fizeram algumas perguntas, quando soube que elas eram do TaySwift.com (um dos meus sites favoritos), super elogiei o trabalho delas, tiramos fotos e depois elas tiveram que ir embora.

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Depois de uma hora, adivinha quem aparece lá? PAUL! Sim, o guitarrista de Taylor! Apenas eu e duas outras fãs o reconheceu, quando as outras pessoas que estavam lá deram conta que era realmente Paul Sidoti, todo mundo foi pra cima do cara. Gente, ele é super super calmo, muito simpático e bem pé no chão. Atendeu todo mundo, tirou foto com todo mundo, foi demais! Quando mostrei a bandeira do Brasil, ele falou: Oh! Brazil!!

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Depois de 1 hora e meia, mais ou menos, outra integrante da banda de Taylor passou, dessa vez foi a incrível Caitlin Evanson, a violinista mais conhecida pelos Swifties como “Eunice”. Todos a reconheceram de primeira, mas a sua passagem por nós foi super rápida, ela atendeu a todos, autografou tudo o que pediram e depois tirou uma foto em grupo com os fãs.

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Quando ela já estava entrando no portão, eu corri atrás dela e pedi pra ela tirar uma foto com a nossa bandeira, ela muito simpática, disse que nós somos “apaixonantes” e que nos ama. Claro, ela pousou com a nossa bandeira (e assim como Paul, a autografou)

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Um fato engraçado é que depois de uma hora mais ou menos, um homem passou do meu lado com roupa de corrida e correndo entre a gente. Sabe quem era? AMOS! Mas ninguém o reconheceu, apenas eu e alguns fãs. Quando eu o vi, não o reconheci de primeira, admito, mas enquanto ele passou um pouco mais perto, olhou para a bandeira e mandou o “like” para mim. Foi então que eu o reconheci, mas já era tarde, ele passou correndo e alguns fãs ficaram: OH MY GOD! Era AMOS!!!

Muito tempo se passou e nada aconteceu, até que a nossa diva chega na Arena. Taylor sai do carro junto com sua mãe e seu irmão. Ela estava de óculos escuro, sem muita maquiagem, quando viu que tinha pessoas a esperando lá fora, ficou super feliz, acenou para nós duas vezes, Andrea também foi muito simpática. Um pouco mais tarde, Ed Sheeran chega ao local do show também.

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Durante o tempo que fiquei por lá, encontrei vários fãs brasileiros, inclusive a @howtobefearless – Duda (que chegou logo quando a Taylor estava chegando). Também encontrei uma moça chamada Kelly, que era do Brasil, mas estava em Orlando fazendo intercâmbio.

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Tinha algumas fantasias bem legais no show, e todos os fãs foram super simpáticos e estavam todos muito animados. Foi um ótimo momento!!


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Sabiamos que nada mais iria acontecer ali atrás, então, eu e a @howtobefearless fomos para a fila no portão de entrada. Encontramos mais brasileiros e muitos sabiam que éramos brasileiros por causa da bandeira. Chamamos muita atenção lá fora, foi super divertido. Sempre que tirávamos fotos, falamos uma frase ou um trecho da música de Taylor bem alto, todo mundo olhava hahaha

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Reparem na cara da mulher do nosso lado e todo mundo olhando pra gente
A essa altura do dia, eu já tinha passado na lojinha externa do show para comprar os itens para a promoção que fizemos no Twitter e no Facebook. Não foi durante as minhas compras na lojinha e sim comprando os cds em supermercados de Miami. Os CDs nos Estados Unidos são MUITO BARATOS, chega a ser inaceitável o preço que as pessoas cobram dos fãs que querem comprar produtos da Taylor que não são vendidos aqui no Brasil. Colocar um preço muito alto é se aproveitar da vulnerabilidade dos fãs brasileiros para lucrar e espero nunca fazer isso aqui no Swift World Br.

Enfim, os portões abriram um pouco tarde, depois das 18:00, e entramos na arena. Foi engraçado o momento da nossa entrada, pois começamos a gritar e pular muito. A arena inteira ficou olhando para a gente, dois loucos hahaha.

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Ficamos no lugar, depois de resolver um “pequeno” problema com nosso lugares, fomos dar uma volta na arena, encontramos muita coisa legal, como mais uma lojinha da Taylor, o espaço “Wonderstruck”, o espaço “KEDS” e uma exposição de figurinos usados por Taylor em videoclipes e apresentações. Tiramos muitas fotos!

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Quando estávamos passeando, começou o primeiro show, do cantor country Brett Eldredge, a arena ainda não estava cheia. Corremos para assistir. O cara manda muito bem, tem uma voz muito boa e é super simpático. Uma canção que gostei bastante dele, foi a última apresentada, “Don’t Ya”.

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Logo depois de Brett (que cantou 4 músicas), veio ED. Aqui, a arena já estava lotada. Ed sobe no palco apenas com seu violão e sua voz poderosa. Preciso comentar que antes do show, eu gostava do Ed, mas apenas gostava, agora, eu virei fã. O cara manda muuuuuuuuito bem ao vivo, e ele tem uma super energia. É visível que ele ainda não está acostumado com todo esse público, até parece um pouco tímido em frente ao grande público. Um arrependimento: Quando estava comprando os cds da nossa promoção, vi um dele também e não comprei. Se eu tivesse visto depois do show, teria comprado com certeza!

Dois momentos muito bonitos do show: 1 – Quando ele pediu para levantar as mãos para o alto com algo luminoso, a arena ficou linda toda iluminada com pequenos pontos brancos.
2 – Quando todos da arena (inclusive eu), cantaram The A Team. Essa música é linda demais e ao vivo com aproximadamente 14 mil pessoas cantando junto, ficou mais lindo ainda.

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Ed saiu do palco e depois de alguns minutos começa a tocar “I Love It” da dupla Icona Pop. Nesse momento, começa a passar a “FAN CAM” com flagras de vários fãs na arena. Vimos algumas bandeiras da Venezuela, Mexico… Super divertido.

Depois de “I Love It”, começa a tocar “American Woman” de Lenny Kravitz, já sabia que iria começar o show. A Arena fica novamente toda escura e só conseguimos ouvir a grande gritaria. O logo de RED sobe e Taylor aparece em uma cortina vermelha cantando os primeiros trechos de “State Of Grace”. Quando chegamos ao refrão, a cortina cai e mostra Taylor Swift. É um momento incrível, você se sente arrepiado da ponta do dedão até o último fio de cabelo da sua cabeça.

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Durante “State Of Grace”, Andrea Swift vai para uma área para convidados especiais, com cadeiras reservadas, que ficava bem próximo a mim. Minha amiga amiga me avisa que ela está lá atendendo fãs e fala pra eu tirar uma foto com ela. Um arrependimento: Não entreguei um papel com nosso site para ela, infelizmente, não é dessa vez que Taylor, sua família e sua equipe irão conhecer nosso site.

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Após “State Of Grace”, Taylor entrega seu chapéu para alguém da platéia e canta “Holy Ground”. Essa performance é muito legal, principalmente por causa dos “tambores”. Há dançarinos presos em cordões de aço que sobem e descem no fundo do palco tocando os tambores. Quando Taylor começa a tocar seu tambor, há um jogo de luzes bem interessante, seguido por muita, muita gritaria.

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Taylor conversa com a platéia, dá boas vindas ao público e fala sobre a cor que está prevalecendo esta noite. Então ela pega sua guitarra e começa a tocar “RED”.

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Após RED, Veio You Belong With Me. A platéia canta a música completa. Essa versão de You Belong With Me é incrível, quem está na platéia tem vontade de fazer os passinhos das dançarinas. É tudo muito perfeito!

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Chega o fim de “You Belong With Me”, é a vez do vídeo de “The Lucky One”, nessa hora, algumas pessoas sentam e esperam a próxima música começar, eu não consigo sentar, fico em pé o tempo todo gritando muito. É uma perfomance muito teatral, bem divertida, o conceito é basicamente o mesmo de “Lucky” de Britney Spears, Taylor inclusive cantou essa música em um dos shows da Speak Now World Tour.

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Após “The Lucky One”, Taylor nos apresenta seu Banjo, fala sobre as pessoas malvadas em sua vida e começa “Mean”, seguida por “Stay Stay Stay” com um mashup no final com a canção “Ho Hey” da banda The Lumineers.

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Logo depois, começa o vídeo dos anos de Taylor e então a perfomance de “22” é iniciada. Nesse momento, eu começo a ficar nervoso, pois Taylor iria passar do meu lado, mas não passou, ela foi pelo outro lado. #jeffdadepressão. Mesmo assim, ela passa por muito perto, e a arena fica toda bagunçada, é formado o círculo de pessoas sobre o palco B. Ela termina a apresentação de “22”, pede aplausos para os dançarinos e começa a canção surpresa do B Stage.

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Nesse momento, fiquei com o meu coração na boca, essa seria a chance de saber se Last Kiss (da nossa campanha #LastKissLiveMiami) seria tocada ou não. Ela começa os primeiros acordes e eu penso: “MEU DEUS, É LAST KISS!” Mas depois ela começa a dizer que fazia dois ou três anos que ela não cantava essa música, então perco as esperanças. Ela então começa “Today Was A Fairytale”. #jeffdadepressão.

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Após isso, a setlist do B-stage continua sem alterações e novidades, ela chama Ed ao palco (gente, incrível a química musical que esses dois possuem, torço para que continuem amigos para sempre. Assistir esses dois cantando juntos é muito muito fofo!). Após “Everything Has Changed” veio “Begin Again”.

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Ed sai do palco, e então Taylor sobe em uma plataforma e sobe ao som de “Sparks Fly”. Ela retorna ao palco principal e então desaparece para a sua próxima canção. A plataforma não sobre muito alto não, em momentos, Taylor está bem perto da platéia.

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Então Caitlin começa seu solo e “Trouble” começa. O momento em que Taylor arranca o vestido branco, uma enorme gritaria toma conta da arena. Nesta canção, o público também canta do começo ao fim.

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“All Too Well” vem logo em seguida de “Trouble”. Sem dúvidas, a perfomance mais emocionante da noite. A platéia também canta essa do começo ao fim e muitas pessoas choram. Taylor não chora. Nesta perfomance, Taylor começa muito muito triste, e depois fica com raiva do rapaz que a abandonou. Nível de emoção: 100%

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Após o fim da perfomance de “ALL Too Well”, uma enorme caixa de música é colocada no centro do palco. Alguns dançarinos saem de dentro dela e logo após Taylor. Começa então “Love Story”, Taylor e um dançarino fazem passos de dança super românticos, dignos de conto de fadas.

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Nesse momento, a bateria da minha câmera chega ao fim. #jeffdadepressão. Então não consegui mais nenhum arquivo dessas duas apresentações. Taylor começa “Treacherous” e em um certo momento, ela faz de conta estar em uma rampa, prestes a se desequilibrar e cair. Há palhaços bizarros embaixo dessa “rampa” tentando alcançá-la.

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Chegamos ao final de mais um show, começa então “We Are Never Ever Getting Back Together”, seguida por muita animação de Taylor e da platéia e muitos, muitos, muitos confetes caindos, uns em formato de coração, inclusive. (Peguei alguns para guardar de lembrança).

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Eu pulei, cantei e dancei muito, mas não fui chamado para o “Club Red”, no final do show, fui encontrar a equipe dela para tentar conseguir alguma coisa. A moça disse não e me pediu desculpas, depois pedi de novo, ela olhou novamente, mas disse que não podia. Infelizmente, tinha algumas pessoas que estavam lá pedindo também e ela deixou passar, eu e a @howtobefearless não fomos chamados. Nossa vez ainda vai chegar!

Ficamos um pouco triste com a seleção do “Club Red”, pois apenas fãs que ficavam lá pedindo, acabavam entrando. Passei o show todo e não vi ninguém sendo chamado das arquibancadas ou de outros lugares. Tinha pessoas com placa de “T-Party” e acabaram entrando. Não entendi o critério de escolha deles, mas infelizmente para mim, ficou no QUASE mesmo.

Mas não podia de jeito nenhum permitir ficar triste. Na verdade, fiquei muito muito feliz, assisti Taylor em Miami e um dos seus melhores shows, foi incrível e não existem palavras para demonstrar o quanto estou grato e feliz por isso.

Espero que vocês tenham curtido bastante o meu post (que ficou um pouco longo), essa foi a melhor maneira de contar um pouco da minha experiência para vocês.

Até a próxima,

Jeff

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