17out 2013

Especial: O que achamos do livro “O Doador”

Postado por às em Cinema, Livros, Taylor

ODOADOR
Há muitos anos atrás (like a velha) eu fui em uma Bienal do Livro. Não lembro o ano, mas creio eu que foi há pelo menos 6 anos haha. Lembro que fui nessa Bienal com a escola em que eu estudava, e, pra ser sincera, eu não tinha muita paixão por livros (considerando hoje, em que eu sou uma devoradora de livros e não consigo passar uma semana sem ler algo hehehe). Bom, eu comprei 3 livros lá: A Odisséia de Homero -Gwen Cooper-, Bate Coração -Gustavo Reiz-, e um que a sinopse me chamou muito a atenção: O Doador -Lois Lowry. (The Giver. Ahá, aí está a relação do post com a nossa Taylor! haha)

Vou contar um pouquinho sobre esse livro maravilhoso para vocês:

Tudo se passa em uma cidade maravilhosa, com a sociedade perfeita. Perfeita até demais. Não há dor, desigualdade, desemprego, relacionamentos, NADA, absolutamente NADA que possa causar alguma divergência entre os indivíduos. Até mesmo as cores (porque a gente tem essa mania de causar confusão com tudo, não?)

Bom, nessa sociedade perfeita vive um menino chamado Jonas. Jonas é praticamente o único com olhos claros ali, e vive com seu pai, sua mãe, e sua irmã mais nova -Lily. Ele tem 12 anos, e está prestes a realizar a sua Cerimônia dos Doze. “Marcella, o que é essa Cerimônia?”

Ok, é aí que começa a parte mais foda do livro, para falar português bem claro. A escritora teve muita inteligência e criatividade a bolar isso. É o seguinte: Tem várias cerimônias. Em cada uma delas, o indivíduo ganha algo que representa o seu crescimento. Por exemplo, todas as crianças de 9 anos recebem um casaco com botões na frente, que representa a independência. Todas as de 11, uma bicicleta para aprender a independência de andar sozinho. Todas as de 12, recebem uma tarefa que terão que exercer pelo resto da vida; Existem as pessoas que cuidam de idosos, as pessoas que cuidam das crianças, as mulheres que têm filhos -e a quantidade de filhos que cada uma tem é controlada, para não ter nenhum problema na sociedade, para que ninguém passe fome, sede, vontades-, os engenheiros, etc. Depois que exercerem a tarefa por toda sua vida, eles são mandados para Alhures -um local que ninguém sabe o que significa exatamente, mas muitas vezes é considerado uma celebração.

Dentre todas essas tarefas, existe a mais importante. A tarefa de Recebedor. Só existe um Recebedor. E claro, essa tarefa cai nas mãos do nosso protagonista, Jonas. Um Recebedor recebe todas as memórias que pertenceram a sociedades passadas; lembranças de todo o mundo. Com isso, ele tem a função de manter o equilíbrio de toda a sociedade perfeita, para que nenhuma lembrança escape e afete toda a perfeição do lugar. Todas essas memórias serão passadas para ele por um outro Recebedor, que agora é seu Doador. Depois que o Doador passar todas suas lembranças para Jonas, ele poderá finalmente ir para Alhures, pois teria cumprido sua missão.

Todas as tarefas que são passadas para cada indivíduo na Cerimônia dos Doze são analisadas detalhadamente, para que o indivíduo seja perfeito para o seu papel. Acontece que, como só há um Recebedor, a escolha tem que ser ainda mais minuciosa. Antes de Jonas, houve apenas uma outra pessoa escolhida para exercer o papel de Recebedor; uma garotinha de 12 anos chamada Rosemary. – A qual rumores dizem que é o papel que Taylor vai interpretar no filme. Mas pra mim não fez sentido algum, já que a personagem é uma criança. Na minha opinião, acho que pode ter uma adaptação do livro, mas seria A adaptação, porque ela ter 12 anos é um detalhe, mas um detalhe importante.

O restante do livro, vocês podem ler. É extremamente maravilhoso e intrigante a história dessa sociedade perfeita, que, de tão perfeita, era cheia de defeitos. Tudo que Jonas descobre, tudo que o Doador passa para ele, tudo que descobrem sobre o lugar que vivem é realmente uma reflexão.

São 185 páginas de uma leitura deliciosa. O tempo simplesmente pára quando você começa ler, e quando se dá conta, já terminou a leitura e está em lágrimas abraçada com o livro e relendo as últimas páginas. Pois é, depressão pós livro, sabe?

Sei que cada um tem o seu gosto pra leitura, mas acho que esse é o tipo de livro que agrada todo mundo. E foi com ele que minha paixão por livros começou, então, quem sabe não é com você também? Além disso, vale MUITO a pena ler antes de assistir o filme que lança ano que vem, em Agosto!

Espero de coração que eu tenha dado motivos para vocês quererem comprar e ler o livro -além de Taylor fazer parte do filme.

Ok, aqui vai minha dica final: LEIA. LEIA. LEIA. LEIA. LEIA. LEIA. LEIA. LEIA. LEIA. LEIA.

E, só pra reforçar: LEIA! hahahahaha

Bom, agradeço aos que leram até aqui, e até a próxima!

Um grande beijo de uma devoradora de livros e de brigadeiro,

Marcella ♥

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