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Após um tweet misterioso de Scott Borchetta e a performace da música no Victoria’s Secret Fashion Show, o terceiro single do álbum 1989 foi confirmado hoje pela Republic Records! ”Style” começera tocar nas radios a partir de 10 de fevereiro.

Fonte: headlineplanet.com

Confira a tradução:

Taylor: “Se eu tivesse uma canção tema, com certeza seria “Backseat Freestyle” do Kendrick Lamar. Eu sei  a letra inteira e eu realmente queria ser melhor amiga do Kendrick Lamar, e eu não sou, e isso me deixa triste diariamente.”

Kendrick: Ela sabe toda a letra cara! É uma coisa linda ver Taylor Swift se divertindo!

Reporter: “Você colaboraria com ela?”

Kendrick: Ela é uma artista talentosa, definitivamente! Ela é apaixonada pelo que faz. E  para juntar duas pessoas em um estúdio, elas tem que ter a mesma paixão pela música, para sair algo certo. Tem que fazer sentido, não é apenas sobre nomes, é sobre onde estamos criativamente para fazer a melhor música ao invés de dizer ‘Ok, você é uma estrela, você é ótimo neste mundo, mas a música pode ser ótima também?’. Saber de música e da ideia disso, isso seria bacana!

Reporter: “Você tem uma música favorita de Taylor Swift?”

Kendrick: “Shake It Off,” eu gosto dessa música, é muito bacana, eu cantei um Freestyle da música. (confira aqui)

Em uma nova matéria publicada pelo site New York Daily News, é revelado, segundo algumas pessoas que conheceram Taylor antes da fama, a real história de como a cantora chegou ao estrelato. Confira a matéria traduzida:

A procura para desvendar a história mal contada sobre Taylor Swift se tornou um carro em movimento. Eu estou em meu veículo, segundo um cara chamado Joe em um Mazda vermelho pelas colinas em volta de Reading, PA., procurando por Ronnie Cremer na DC Computer Repairs.

Shake It Off da Swift está tocando, e a energia da música adiciona tensão a viagem. É justo dizer que estamos correndo, atravessando alguns sinais amarelos. Esse é o jeito do Joe, aparentemente. Ele faz uma virada brusca no McDonalds, eu estaciono do lado dele e abaixo a janela.

“Eu já volto, vou buscar meu amigo”, Joe diz usando uma camisa Queens Bred.

O conto de Swift já foi contado incansavelmente, mas nunca completamente. Qualquer um com conhecimento básico de cultura pop pode dizer quem são seua amigos, ex’s, e pessoas na vida dela: John Mayer, Lena Dunham, Joe Jonas, Karlie Kloss, Harry Styles.
Porém tem um cara que estamos correndo pra achar. Ronnie Cremer. O homem por trás do mito. Ou o homem que o mito esqueceu. Nunca ouviu falar sobre ele? Nem eu, até algumas horas, pelo menos não o nome. Mas agora temos uma identidade. E um endereço. E uma sensação de que a história por trás do ícone está a alguns minutos de distância.

Joe – mais sobre ele depois – está me guiando. Ele sai do McDonalds com um cara com quem ele encontraria para um café, antes de se envolver na perseguição. Ele entra em seu carro e me leva para a loja de computação.

Ronnie não está em seu escritório, ele está fora a serviço, então Joe e seu amigo me levam de volta ao McDonalds e tomamos café por cerca de uma hora.

Eu eventualmente volto ao lugar sozinho e pergunto a moça no balcão se Ronnie voltou. Um homem – cabeça raspada, camisa preta, peso médio, arredondado – está atrás dela. Ele sorri e diz “Eu temia por esse momento”

Na tarde anterior. Nublado, 7ºc, enevoado na antiga casa Swift na avenida Grandview em Wyomissing, Pa. A rua está deserta. Se você for do subúrbio em um lugar tão longe da cidade grande, você já sentou olhando pra fora da janela pensando algo como, “Tem uma pequena garota nessa pequena cidade/ Com um coração grande demais pra sair por aí.”

Isso é da primeira música que Swift escreveu, “Lucky you”. Pessoas desejando mais do mundo vão aparecer em lugares assim, e arrumar uma saída.

Swift já contou uma história mais ou menos assim várias vezes (retirado do um dvd promocional de 2009)

“Quando eu tinha por volta de 12 anos uma reviravolta mágica do destino aconteceu. Eu estava fazendo meu dever de casa quando o técnico que concertava meu computador viu meu violão no canto. Ele perguntou “Você toca violão?” Eu respondi “Oh, não. Eu tentei, mas…” Ele disse “Quer que eu te ensine alguns acordes?” E eu respondi “uh, SIM!”

O que nos leva a Ronnie Cremer e o momento que ele temia.

“Eu não quero fazer estragos,” ele diz, conforme sentamos nos bancos na frente de sua loja de computação. “mas ao mesmo tempo, a hora ia chegar.”

Um repórter está aqui, então é hora. A nossa volta: monitores de computador, fios, um violão. Acima de nós. Um álbum “Taylor Swift” de platina. – Um presente de Scott Swift, pai da cantora.

Ronnie conserta computadores, sim, mas também é um respeitado músico. Aquela história oficial sobre o técnico de computação? Ronnie viu Taylor contá-la na tv várias vezes, e quis que ouvissem sua versão completa.

“A primeira vez que ouvi de Taylor, meu irmão tinha uma companhia de teatro. Eles tinham festas após as apresentações, e tinham karaokê. Minha mãe ia nessas festas”

Ronnie prossegue. “Eu só conheci Taylor cara a cara em 2002. Eu tinha uma loja em Leesport, era uma loja de computação, e era onde eu tinha meu pequeno estúdio. Meu irmão trouxe Taylor, a mãe e o irmão dela pra me apresentar, e disse “Você estaria interessado em gravar uma demo?”

“Foram algumas músicas cover, eu gravei as demos pra ela. Não eram ótimas demos, mas eram demos.”

“Depois de fazer as demos, eu fui abordado novamente por meu irmão e por Andrea Swift. “Você estaria interessado em dar aulas de violão pra Taylor? Queremos ensiná-la a tocar música country.” Eu disse “Eu não sei se posso ensiná-la música country, eu não sei nada sobre country, Eu conheço rock.”

“Mas eventualmente seguimos adiante. Eles vieram a minha casa uma vez, mas daí em diante nos encontramos na casa dela em Wyomissing.”

A partir dali, Ronnie conta, ele continuaram trabalhando juntos, duas tardes por semana, $32 a hora.

Então ele nunca foi consertar o computador?

“Honestamente, foi tudo meses antes de eu ver o computador deles.” Ronnie conta.

“Eu consertei o computador deles, mas isso foi depois de começar as aulas de violão. Começou com ensinar a tocar violão, como montar músicas.”

Essa é uma história super normal, mas como Ronnie se sente sobre a versão encurtada de Swift?

“Eu nunca quis ser o tipo que se gaba pelo sucesso dos outros,” Ele diz, “e por qualquer que seja o motivo, nem sei se tenho raiva dos Swifts. É só sobre a publicidade deles, isso não vende bem. Um cara careca de 36 anos deu aula pra filha deles. Isso não funcionaria. Se você disser, ele trabalhou com ela seis horas por semana, basicamente terças e quintas das 5 as 8. Isso não vende.”

“Crescimento é traição, não tem jeito. Não se pode chegar a algum lugar sem deixar outro pra trás.”

Isso é de Rabbit Redux, de John Updike. Ele era de Shillington, Pa., e em uma conjunção de artistas que não conseguiram sacudir a região, Swift cresceu no coração da região de Rabbit Armstrong, Reading, Pa., e suas colinas em volta, onde Ronnie senta em sua loja brigando com memórias complexas.

“Sendo bem honesto, acho que ela era uma ótima aluna,” Ronnie diz, ainda no banco em frente sua loja.

“Começamos com as notas G, D, E, A. Ela tinha problemas com as notas F e B. São mais difíceis para os dedos, e então eu a ensinava um truque: ‘Ok, se você quiser tocar uma música em F, toque em D e coloque o capo na terceira casa’. Então, se você notar, até hoje ela move bastante o capo.”

No início, o progresso era devagar. “Nos primeiros meses eu achei que era uma brincadeira. Eu pensava, essa gente rica…”
Mas Taylor seguiu em frente, e eles começaram a trabalhar com Ableton Live, um programa de computador útil para composição e gravação.

“Eu dizia ‘Aqui está seu refrão. Aqui está seu verso. Mova esses por aqui e olha o que temos. Você pode escrever um verso, um refrão, e então você tem uma música’ aquilo deu um clique nela, e fez sentido”

Nessa época, Ronnie também estava ajudando a montar um Site para Taylor, mas diz que Andrea Swift deixou o trabalho difícil.
“Foi isso que eventualmente me distanciou de Andrea, porque ela era como um touro em uma loja chinesa,” ele diz. “se você não largasse o que estava fazendo pra trabalhar no que quer que Taylor quisesse, ela perdia a cabeça.”

Houveram outras situações na família que assombraram Ronnie.

“Eles não tinham um bom relacionamento, a mãe e o pai,” Ronnie diz. “(Scott) costumava me dizer… ‘Eu tenho uma esposa que não me ama. Estou tentando ajudar minha filha, e fazer as coisas certas, mas minha esposa não poderia se importar menos.’ Então era uma dinâmica complicada.”

E isso:

“O irmão dela, Autin, que era gordinho na época – ele não é mais agora – queria Taco Bell,” Ronnie relembra. “Taylor disse, ‘eu quero Taco Bell também’ e a mãe foi e comprou Taco Bell, mas só deu pro Austin e disse, ‘ninguém quer ver uma popstar gorda.’ Ela disse isso pra Taylor. Então Taylor teve que comer salada.”

Os Swifts, através de seus publicitários, negaram qualquer pedido de comentários.

Antes de encontrar Ronnie, haviam falsas pistas, que foi como eu conheci Joe. Na véspera da minha viajem, um amigo dos Swifts me deu uma dica: não foi um técnico de computação que a ensinou, mas um entregador de pizza. E o entregador de pizza nunca teve crédito nenhum.

Mas acabou que não era aquilo. Joe Piecora – o cara que dirige um Mazda vermelho – tem 63 anos, um novayorkino que ama conversar e que foi entregador de pizza que também deu aula de violão pra Taylor Swift por um ano. Mas foi só depois que Ronnie trabalhou com ela nos acordes. A tarefa de Joe era ensinar Fingerstyle, e pelo que ele diz, a aluna batalhou.

Na verdade não é difícil fazer Joa falar do que ele vê nos tantos mitos de Taylor Swift. Ele não gosta da música dela, não gosta do marketing, ele não gosta da imagem montada.

“Você já ouviu uma famosa frase da filha de Coal Miner? Quero dizer, basicamente eles estão tentando colocar uma onda West Virginia na lenda Taylor Swift. Ninguém compra árvores de natal lá.”

Ele está fazendo referencia a história oficial de que taylor cresceu em uma fazenda de árvores de natal. Definir a infância dela se torna um trabalho difícil,. Existem dois lugares. Um é uma fazenda em Shillington. A história real contada por moradores é que os Swifts cultivavam e vendiam pinheiros em uma propriedade que eles tinham a uns quilômetros de distância. Eles também criavam árvores, mas não vendiam, atrás da casa deles. Perto o bastante.

Tem outro lugar na avenida Grandview em Wyomissing, na zona urbana a alguns quilômetros da fazenda. 5000 mil pés quadrados restaurados classicamente, vendido em 2013 por $700,000, de acordo com registros. Scott Swift, um rico acessor de gestão e vice presidente sênior da Merrill Lynch, a alugou por um tempo, e a família viveu lá.

Confuso? Você não está só. Até mesmo os vizinhos têm problemas em lembrar quando os Swifts viveram lá, e por quanto tempo. Todos sabem que eles se apressaram pra Nashville em 2004, e raramente olharam pra trás.

Foi na avenida Gradview, não em outra fazenda qualquer, que Ronnie e Joe deram aulas de violão.

“Taylor era um produto – era como uma queridinha do palco, menina de concurso de beleza que você vê.” É a visão do Joe.

Mas essa não é uma história de gênio ruim. Goste ou não da música da Taylor, tem algo nela que prende. Internamente.
“É muito intenso,” diz Rob Sheffield da Rolling Stone, que deu ao 1989 quatro estrelas e disse ser o segundo melhor álbum de 2014. “Ela é um performer absurdamente fantástica. As músicas são de coração e isso é visível nas apresentações, e isso é algo com que os fãs se conectam”

Sheffield segue dando dois comentários de peso. “Ela é bem Springsteen – como compositora e como performer, e também, ela é bem Carole King em termos de astúcia como compositora. Não tem ninguém, de idade nenhuma, fazendo gravações assim consistentemente”
Voltando ao FallFest de 2006 perto de Lancaster. Uma cantora de nove anos chamada Stephanie Grace ganhou um concurso de country infantil de uma rádio da região. O prêmio era apresentar uma música antes do show de abertura do festival anual.

O show de abertura era Taylor Swift, 16, voltando pra casa para promover seu primeiro álbum homônimo. O estilo íntimo, a habilidade de se conectar com a multidão, como se estivesse lendo de seu diário, já estava lá. Swift estava no palco, sendo ela.
“Eu escrevi isso sobre um garoto chamado Drew.” Ela disse, e Stephanie pensou, ela é tão aberta, eu quero escrever assim.
Nos bastidores Taylor jogou o braço em volta de Stephanie, uma jovem com um chapéu de cowboy branco, e a chamou pra trás da mesa de autógrafos.

Então Taylor olhou pra garotinha e a deu um presente que duraria pelo resto de sua infância: Ela a levou a sério.

“Você compõe?” Taylor perguntou.

Cerca de seis meses depois Taylor estava de volta em Reading para tocar em um Centro artístico de apresentação local. A essa altura ela já estava fazendo sucesso, e a fila de autógrafos depois do show tinha mais de 300 pessoas. Quando Stephanie e sua mãe estavam a cerca de seis pessoas de distância, a mãe dela fez uma coisa que a deixou com vergonha e disse, “Você lembra da Stephanie?”

Stephanie disse “Mãe!”, mas Taylor sorriu e se conectou novamente. “É claro que eu me lembro! Ela foi uma ótima cantora.”

Stephanie hoje tem 18, trabalhando em sair, indo de Nashville a Pennsylvania com a foto dela com Taylor sempre em seu celular.
Aquilo foi real.

Andrew Orth está em um celeiro ao lado da fazenda Swift em Shillington. Ele está falando porque sente falta da Taylor, e quer se reconectar. Ele tem esperança que ela leia isso e veja que ele não guarda rancor.

O celeiro é o estúdio de fotografia de Orth, e é atrás da casa onde a mãe dele cuidou de Taylor e seu irmão por muitos anos. A mesa no estúdio tem uma seleção de milhares de fotos que ele tirou de Taylor. Slides de quando ela tinha quatro anos, fotos promocionais de seus primeiros dias em Nashville.

Orth, agora com 56 anos, barba por fazer e óculos retangulares, viveu em Los Angeles por duas décadas, fotografou artistas e diretores importantes, tem um campo de referências que vão além dessas colinas de Shillington.

“É tudo sobre direções” Orth diz sobre ser fotografado. “Algumas pessoas escutam, outras não. (Taylor) estava no meio. Tem pessoas que tem carisma natural, e sem dúvida, ela tinha.”

Orth está de frente pra mesa de Swift, que vai da infância até o início do estrelato. Ele acredita que fez uma contribuição significante para a imagem dela, que começou com visitas anuais de L.A.

“Eu vinha e Taylor corria até aqui, abraçava minhas pernas e dizia, você é meu fotógrafo preferido. Eu acho que ela pegou a doença de Hollywood. Eu não sei o que é, mas acho que ela pensou que era seja tudo e acabe com tudo de onde começou.”

Ele está desapontado de ter perdido o contato, e espera poder recuperar e fotografá-la novamente.

“Ela era essa linda garotinha. Se você olhar além das fotos você vê que uma garota de 4 anos não faz isso a não ser que esteja ouvindo isso o tempo todo. Quando era hora de fotografar nós nos conectávamos totalmente, e isso continuou através dos anos.”

A relação continuou através dos primeiros anos no subúrbio de Nashville em Hendersonville, Tenn., onde Orth ficava com a família durante suas viagens periódicas.

E então? Bem…

“Conforme ela cresceu, eu meio que desapareci. Então sim, essa é a parte do “O que aconteceu?”

A realidade bateu a porta de Orth perto de Tulsa em 2007, durante uma viagem através do país saindo de L.A., Swift tinha feito um show na região, e todas as garçonetes e cozinheiros estavam usando a mesma camisa comprada no show. E nela: surpresa! Uma foto tirada por ele.

“Eu lembro que tive que pedir meu hambúrguer pra viagem. Eu mandei uma mensagem pra Andrea ‘está dando tudo certo, parabéns.'”
No inverno de 1961, um desconhecido recentemente identificado como Robert Zimmerman circulou por Nova York carregando todos os tipos de mitos. Ele era um órfão. Ele viajava pelo país em trêm de carga. Tudo para fugir de Hibbing, Minn., e escreveu seu caminho pra fora de todos os detalhes embolados que formavam a realidade.

Ele criou uma pessoa chamada Bob Dylan, que se tornou um cantor protestante de rock, country, gospel, você escolhe.

Taylor Swift Chegou a Nashville em 2004 com sua história em desenvolvimento. Com apenas 25, ela já foi estrela country, rainha pop, e agora embaixadora do turismo de Nova York, acima de tudo. Ícones tem mitos criados, e para sempre interpretam personagens. Os grandes conseguem fazer isso funcionar por anos e anos.

As pessoas de Wyomissing, Shillington e Reading tem conhecimento. Eles entendem tudo. Mas quando perguntados sobre os Swifts, bem, você pode imaginar o que é a resposta. Uma mistura complexa de orgulho, saudade e ressentimento.

“Eu não teria ligado se ganhasse alguma coisa.” Ronnie Cremer diz, concordando que ganhou um álbum de platina e uma guitarra de $5,000 dos Swifts, e foi pago por todo o trabalho que fez para a família.

“Teria sido legal – teria me ajudado se eu tivesse ganhado só um pouco de, Ronnie Cremer ensinou ela. Isso teria sido bom. Teria sido um gesto bom.”

Fonte: New York Daily News

O canal da Taylor no Youtube ganhou 4,1 milhões de dólares no ano passado no YouTube. Em média 341 milhões de visualizações por mês, no ano, em parte por causa de sua base de assinantes, agora mais de 10,5 milhões. Atualmente, ela conquistou 800 milhões de visualizações para os 10 vídeos que foram lançados em 2014, todos na segunda metade do ano.

Via: Taylor Swift – Red Tour 2013

Ingrid Michaelson é uma cantora e compositora norte-americana. Suas músicas têm sido destaque em algumas séries de televisão, como Grey’s Anatomy. Em recente entrevista, ela revelou sobre como foi ter Taylor Swift e Karlie Kloss no seu palco durante um show.

  • Confira:

– Entrevistador: Alguns convidados subiram ao palco, não foi?

– Ingrid: Você está falando da loira das pernas longas? Ela não cantou, mas sim, era Taylor Swift. Tay Tay Swift Swift

– Entrevistador: Você a chama de Tay Tay Swift Swift?

– Ingrid: Não não, eu a chamo de Taylor Swift. “Olá, Taylor Swift, você vem ao show hoje a noite, Taylor Swift?”. Eu estive na casa dela, e eu a chamei de Taylor Swift, não diretamente, eu só chamo de Taylor, mas com muita dificuldade ainda. É um pouco estranho. E sim, ela veio ao meu show e dançou. Eu a arrastei até o palco e sua melhor amiga que aparentemente é uma modelo da Victoria’s Secret, que se chama Karlie Cross ou Karlie Close, é Karlie alguma coisa, eu não sei, eu sei que ela é muito alta, e eu tirei uma foto com elas, e mesmo usando um salto muito alto, elas continuavam muito maiores que eu. Foi um pouco depressivo.

Eu perguntei [a Karlie]: “Você vem para a after party?” e ela respondeu: Não, eu tenho um ensaio para fazer bem cedo amanhã.

Eu perguntei: “O que você faz?”

E Taylor Swift virou e disse: “Ela é uma modelo e angel da Victoria’s Secret”

E eu fiquei tipo: Ohhh, bacana! Eu uso roupa íntima da Victoria’s Secret! Temos tanto em comum [ela brinca].

Tradução e Adaptação: Taylor Swift – Red Tour 2013

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