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Estão saindo rumores de que Taylor Swift estaria prestes a lançar single promocional de seu novo álbum, o “Reputation”. Os rumores começaram quando na página de pré-venda do “Reputation” apareceu os minutos de um suposto “single”. Confiram:

Lembrando que ainda faltam 2 meses para o lançamento do álbum o que faz o rumor parecer mais uma notícia concreta do que uma mera suposição. Mas o que nos resta é aguardar.

Fonte

Finalmente atualizaram a lista do Hot 100 de UK e a expectativa dos Swifties se encontrava nas nuvens. Mas como já estava previsto, Taylor Swift pegou o #1 lugar! Quem pegou #1 pegou quem não pegou não pega mais! E o melhor, o TOP 3 só tem mulheres! Confiram a lista até o 10º:

01 Taylor Swift ~ Look What You Made Me Do
02 Dua Lipa ~ New Rules
03 P!nk ~ What About Us
04 Calvin Harris Feat. Pharrell Williams, Katy Perry & Big Sean ~ Feels
05 Justin Bieber & BloodPop® ~ Friends
06 Rudimental Feat. James Arthur ~ Sun Comes Up
07 CNCO & Little Mix ~ Reggaetón Lento (Remix)
08 James Hype! Feat. Kelli-Leigh ~ More Than Friends
09 J Balvin & Willy William ~ Mi Gente
10 Luis Fonsi & Daddy Yankee Feat. Justin Bieber ~ Despacito (Remix)

Lista completa

Ah, que saudade do tempo em que o jornalismo nos apresentava matérias com o intuito de passar um mínimo de imparcialidade e informação. Atualmente é comum encontrarmos tópicos que falham em prestar informações contundentes, seja por uma falta destas, ou mesmo por desonestidade do autor que, propositalmente (ou não), esconde os fatos para atingir um determinado objetivo.

Recentemente fomos surpreendidos com uma matéria da Billboard Brasil que traz em sua manchete: “Com Taylor Swift e Fifth Harmony, o discurso de ódio chegou ao pop”. Discursos de ódio são extremamente prejudiciais, podendo afetar os alvos em níveis inimagináveis, ainda mais quando propagados por artistas responsáveis por exercer grande influência. Esta não é, portanto, uma contestação quanto aos efeitos nocivos dos discursos de ódio, mas uma tentativa de esclarecer, com uma pitada a mais de informações, porque o discurso de ódio não chegou ao pop com Taylor Swift ou Fifth Harmony; é antigo, vem de décadas e não faz parte somente do POP.

A princípio, se a preocupação da Billboard Brasil é exclusivamente relacionada aos discursos de ódio e suas consequências, é no mínimo estranho o fato da revista brasileira ser uma das primeiras a noticiar lançamentos de Biel, mas não ter feito nenhuma matéria que informasse ao público o assédio do cantor a uma jornalista, onde ele chegou a dizer que a “levaria para um hotel e estupraria rapidinho”. Ou como a mesma revista se calou quanto a problemática envolvida em “Famous”, de Kanye West, onde o rapper diz que Taylor Swift o deve sexo, pois ele teria sido responsável por fazer “aquela vadia famosa”.

Assédio, machismo e ameaças de abuso sexual são também discursos de ódio, talvez ainda mais graves que os citados pela revista, por exemplo. Infelizmente, porém, por algum motivo estes não são alvos de matérias que poderiam ser extremamente informativas e chamar a atenção para problemas sociais realmente graves do nosso cotidiano.

Pudemos observar ao longo dos últimos anos os discursos de Kelly Osbourne contra Christina Aguilera, Elton John contra Madonna, Sarah Harding (ex Girls Aloud) contra Fifth Harmony, dentre diversos outros que em nada se parecem com discursos de amor repletos de respeito. Quando se trata de informações contundentes, porém, ao contrário da versão brasileira da revista, a Billboard americana (irmã mais velha e com um nível de jornalismo consideravelmente mais alto), já lançou matérias parecidas para falar sobre músicas pop desrespeitosas (o que em inglês pode ser conhecido através do termo “diss”). A diferença crucial, porém, talvez esteja no fato de que sua manchete não possui a prepotência de culpar algum artista por ter trazido o discurso de ódio à música pop. Ao invés disso, com um caráter informativo, prefere citar músicas que vão desde o início dos anos 2000, até o atual ano de 2017 e passam por grandes nomes da música pop, como Destiny’s Child, Justin Timberlake, Gwen Stefani e Chris Brown, mostrando que o que a Billboard Brasil chama de discurso de ódio não é exclusividade de novos artistas da música pop, assim como o pop de antigamente não era somente sobre “Heal the World” e “All You Need Is Love”.

Dizer que o discurso de ódio chegou à música POP com Taylor Swift e Fifth Harmony é, além de tudo, desconsiderar músicas extremamente problemáticas, como a famosa “Deuces” de Chris Brown, onde o cantor canta que “toda essa besteira é para os pássaros, você não passa de um abutre sempre esperando pelo pior” e insinua que a garota fazia drama. A problemática vem a partir do momento em que a garota em questão seria, supostamente, Rihanna, cantora que Chris Brown havia agredido fisicamente algum tempo antes.

O discurso de ódio não é recente no pop e muito menos chegou a este gênero por responsabilidade de artistas que não possuem sequer a metade da idade da música pop. Dizer isso é, mais uma vez, ignorar todo o machismo, agressões físicas contra mulheres, assédio sexual e todas as mensagens problemáticas que sempre estiveram presentes na música. É ignorar antigos discursos de ódio existentes na música pop que foram além de discursos e se materializam em agressões físicas, ou em claras demonstrações de machismos; por algum motivo, porém, tudo é esquecido. Então não, o discurso de ódio não chegou na música POP com Taylor Swift ou Fifth Harmony, ele é antigo e não vem dessa geração, assim como notícias repletas de desinformação e desonestidade com seu público.

 

O primeiro single do álbum Reputation, da Taylor Swift, foi lançado há apenas 4 dias, mas a lista de recordes quebrados é enorme. Look What You Made Me Do já é considerada um dos maiores lançamentos do ano, e os números mostram isso! Quer saber?

O lyric vídeo de Look What You Made Me Do se tornou o vídeo mais visualizado em 24 horas. O recorde pertencia a Coldplay e Chainsmokers, com a música Something Just Like This, com 9 milhões de views. Já a música da Taylor Swift somou mais de 18 milhões de views em apenas um dia. Poder, ein?

Outro recorde conquistado foi durante o lançamento da música, que alcançou o primeiro lugar no iTunes em 90 países, sendo o maior lançamento feminino do ano, superando The Cure, da Lady Gaga. Vale lembrar que a música só levou 30 minutos para atingir o topo de vendas nos EUA. A música também vendeu mais do que todo o TOP 10 do iTunes somado.

E se não bastasse alcançar tantos países, Taylor Swift é a detentora do recorde de maior lançamento de toda a história do Spotify. Look What You Made Me Do bateu os números de Shape of You, de Ed Sheeren, e se torna a melhor estreia no serviço de música por streaming mais popular do mundo. Em números, Taylor alcançou mais de 10 milhões de reproduções mundialmente em apenas 24hrs, e Ed conquistou um pouco mais de 6 milhões. Vale ressaltar que o desempenho de LWYMMD apenas nos EUA foi de 9 milhões de reproduções.

Não foi só no Spotify que a música virou hit não, nas rádios americanas Look What You Made Me Do alcançou mais de 4 mil reproduções em apenas um dia, superando os números de Justin Timberlake com Suit e Tie, mas, não superou ela mesma em audiência, quem ainda está no top é We Are Never Ever Getting Back  Togheter com a maior audiência nas rádios.

E por fim, mas não menos importante, o recorde mais destruidor da era digital é da Taylor Swift. O videoclipe de Look What You Made Me Do conquistou o título de vídeo mais assistido em 24hrs de todos os tempos na era digital. Que samba, ein? Superando Hello, da Adele, e Gentleman, do PSY. O clipe do coreano era considerada a maior estreia da internet, já o de Adele, apenas na plataforma Youtube/VEVO.

Já estamos ansiosos para os próximos sambas do Reputation que será lançado no dia 10 de Novembro. E durante o dia da divulgação da data do álbum, os fãs conseguiram derrubar o site de venda de ingressos da tour – que ainda nem tem previsão de incio – e esgotaram as edições especiais do TS6 que será vendida exclusivamente pela Target.

 

Mais um dia comum na vida de Taylor Swift: quebrando recordes como sempre. Dessa vez, ela conquista a marca de videoclipe mais visualizado em apenas 24hrs na história da internet. O dono desse título era PSY, com “Gentleman” que somou um pouco mais de 38.400 milhões de visualizações. Agora, a rainha Taylor assume o posto com Look What You Made Me Do que contabilizou mais de 38 milhões e meio de visualizações em um dia – exatos  Sentiu o impacto? This is Taylor Swift, baby!

Atualização: Segundo Joseph Kahn, diretor do clipe, o vídeo conquistou mais de 43.200.00 milhões de visualizações em um dia.

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