Swift World Brasil

Faz pouco mais de um mês que o tão aguardado sétimo álbum de estúdio da Taylor Swift, o Lover, chegou. Nesse tempo já deu para a gente escutar, escutar de novo, e escutar mais umas mil vezes mais depois… Ou seja, já sabemos a letra de cor e salteado. Mas será que conhecemos bem as letras ou que conseguimos entender a fundo o que elas querem passar? Eu tentei, e cheguei nessa matéria feita com muito carinho para que possamos refletir sobre elas juntos e juntas.

(E claro que também algumas curiosidades interessantes nunca são demais né?).

Vamos lá então!

I FORGOT THAT YOU EXISTED

Começando já com o momento fofoca, essa música é um prato cheio!

Várias especulações surgiram quando a faixa que abre álbum começou a tocar e a pergunta é sempre a mesma quando se trata de uma música da Taylor; sobre quem será que ela está cantando?

A resposta mais óbvia: Kanye West e Kim Kardashian. Mas ouvindo um pouco mais a fundo os fãs começaram a entrar em um acordo de que na verdade a pessoa que pegou um saco de pipocas assim que a reputação da cantora começou a afundar foi Calvin Harris. Sim! Lembra daquele DJ que namorou com ela por 15 meses? Ele mesmo.

Quem não se lembra daquele monte de tweets que o DJ postou certo dia depois que a Taylor confessou ser sua a autoria da música “This Is What You Came For”, parceria de Calvin com Rihanna. Eu nem preciso (e nem quero) lembrar, pois depois disso que a história dos emojis de cobra começou a surgir junto com o drama Kanye&Kim e uma fase bem difícil na vida da Taylor.

O que importa é que agora Swift está em uma nova fase da vida em que ela pode cantar: “I forgot that you existed, and I thought that it would kill me, but it didn’t”

(“Eu esqueci que você existia, e achei que isso ia me matar, mas não matou”).

CRUEL SUMMER

A faixa tem a coprodução de Taylor, St. Vincent’s Annie Clark e nosso queridinho Jack Antonoff que brilhantemente fez com que a batida de “Cruel Summer” e “Getaway Car”, do álbum “Reputation”, se encaixassem. O resultado foi uma continuação excelente de uma das músicas favoritas dos fãs.

A canção é sobre o comecinho de um relacionamento incerto uma vez que a cantora teve que lidar com a fama e os olhos da mídia e do público que seguia ela a cada passo enquanto ela tentava se esconder dos holofotes e lidar com novos sentimentos. Tudo ao mesmo tempo.

“I’m drunk in the back of the car, and I cried like a baby coming home from the bar. Said “I’m fine”, but it wasn’t true, I don’t wanna keep secrets just to keep you.”

(“Estou bêbada no banco de trás do carro, e chorei como um bebê voltando para casa do bar. Disse “estou bem”, mas não era verdade, não quero manter segredos só para manter você”).

LOVER

A canção que da título ao álbum é uma das mais românticas que Taylor escreveu até hoje. Ela contou que escreveu de uma perspectiva de quem encontrou o amor verdadeiro sem ter que imaginar ou fantasiar. A cantora escreveu a música sozinha em casa, em seu piano.

Antes de lançar o clipe oficial, ela contou que a inspiração para o vídeo foi um trecho de sua própria música “You Are In Love” do álbum 1989 que diz: “You two are dancing in a snow globe round and round” (“Vocês dois estão dançando em um globo de neve rodando e rodando“). Tem coisa mais romântica? Já estamos mais do que preparados para escutar essa música em vários casamentos (inclusive no meu).

THE MAN

Essa a mulherada ouviu e falou “me representa!”.

Taylor contou que “The Man” é aquela música que ela vem querendo escrever a anos! Ela diz que a mensagem na canção é algo que as mulheres de todo o mundo tem que lidar, não somente ela. Swift também contou que a inspiração veio quando ela começou a imaginar “como seriam as manchetes ou a minha carreira seriam se eu fosse um homem ao invés de ser uma mulher?”.

“I’d be a fearless leader, I’d be an alpha type, when everyone believes ya, what’s that like? I’m so sick of running as fast as I can, wondering if I’d get there quicker if I was a man”

(“Eu seria um líder destemido, seria o tipo alfa, quando todos acreditam em você, como é isso? Estou tão cansada de correr o mais rápido que posso, pensando se chegaria lá mais rápido se eu fosse um homem”).

THE ARCHER

Um belo dia Taylor nos surpreendeu com uma live em seu Instagram pouco antes do lançamento oficial do álbum. Dentre alguns anúncios a cantora contou que não iria lançar “The Archer” como single, mas que iria dividi-la com os fãs um pouco antes do lançamento do álbum.

A dica sobre o título da música veio no clipe de “You Need To Calm Down” quando a cantora Hayley Kiyoko acerta uma flecha em um alvo com o número cinco no meio. “The Archer” é a canção que ocupa a quinta posição do álbum “Lover”.

Acontece que existe uma história em que os fãs notaram que a faixa cinco dos álbuns mais recentes de Swift era a faixa mais vulnerável e emotiva do CD. Alguns exemplos claros são “All Too Well” do Red e “Delicate” do Reputation. Ela contou nessa live que não percebeu que estava colocando suas músicas mais vulneráveis na 5ª faixa de seus álbuns, e que essa percepção veio dos fãs.

“The Archer” é sem dúvidas uma das músicas mais tristes que Taylor já lançou. Ela pode até ser para o namorado da cantora, mas também é sobre suas inseguranças e problemas com a imagem privada e pública que só alguém que tem a vida tão exposta e livre para interpretações diversas pode ter.

“I’ve been the archer, I’ve been the prey, who could ever leave me, darling? But who could stay?”

(“Eu já fui a arqueira, já fui a presa, quem poderia me deixar, querido? Mas quem poderia ficar?”).

I THINK HE KNOWS

Voltando um pouco ao tema comecinho de relacionamento, a faixa seis traz uma certa leveza ao álbum com uma música alegre que tem o poder incrível de deixar um sorriso no rosto do ouvinte.

“I Think He Knows” com toda a certeza é sobre Joe Alwyn e fica claro quando ela se refere aos olhos índigo e cara de garoto do ator e namorado na letra. Mas também é uma canção sobre se sentir confiante em um novo namoro e imaginar o quanto ele sabe sobre o que ela está sentindo.

O tema casamento surge de novo quando a cantora diz: “I think he knows, he better lock it down, or I won’t stick around, ’cause good ones never wait”

(“Acho que ele sabe que é melhor ele se comprometer, ou eu não vou aguardar porque as boas nunca esperam”).

Ai Taylor, para de brincar com meu coração!

MISS AMERICANA AND THE HEARTBREAK PRINCE

Eu fico com os olhos brilhando e o coração cheio quando eu escuto uma obra prima dessas!

Essa é uma música sobre política e Taylor nunca tinha escrito nada igual. Demora um pouco, mas conforme você vai escutando e acompanhando a letra da para perceber que apesar de se tratar de metáforas de um drama escolar, na realidade ela está manifestando sua insatisfação com o clima atual na política norte americana.

“Essa música é sobre desilusão com o mundo louco da política e inequidade, em um cenário de uma escola metafórica.” Contou Swift em uma entrevista.

A cantora começou a ser mais aberta e escrever em suas redes sociais sobre política recentemente. Alguns membros da extrema direita dos EUA já manifestaram insatisfação com os depoimentos de Taylor sobre o cenário atual nas mãos de Donald Trump.

A segunda estrofe entrega o tema da música: “American glory, faded before me, now I’m feeling hopeless, ripped up my prom dress, running through rose thorns, I saw the scoreboard, and ran for my life”

(“A gloria americana, despareceu diante de mim, agora me sinto sem esperanças, rasguei meu vestido de formatura, correndo por espinhos de flores, eu vi o placar e corri pela minha vida”).

Quanto orgulho dessa mulher!

PAPER RINGS

A música mais agitada do álbum não deixa de ser cheia de sentimentos. “Paper Rings” tem uma batida que caberia muito bem em alguma comédia romântica.

E o tema casamento aparece de novo e deixa nós, os fãs, especulando; Taylor vai casar? Já casou? Tá jogando indireta para o rapaz? Ela não revelou, mas da a entender que o relacionamento dos dois está bem mais avançado do que pensamos!

Ela conta na música que apesar de ela gostar de joias caras e brilhantes, ela se casaria com ele com anéis feitos de papel. Fofaaa! E mais uma coincidência, no aniversário de um ano de casamento, o casal comemora bodas de papel… ou seja…

CORNELIA STREET

Taylor já contou para nós que essa é uma das faixas preferidas dela no álbum. Não é pra menos, uma vez que essa é uma das quatro faixas que a cantora escreveu sozinha.

A Rua Cornelia que da nome à faixa fica em Nova York, Greenwich Village onde Swift alugou uma casa por um tempo enquanto a sua casa na cidade estava passando por uma reforma. “É sobre as coisas que aconteceram e as memórias que foram feitas nessa rua” contou Taylor em uma entrevista.

A canção conta um pouco do começo de um relacionamento, e como essa rua e essa casa fizeram parte da história dos dois, e como depois de tudo o que aconteceu e de todas as memórias que ela tem daquela casa, daquela rua e daquele momento seria horrível terminar o namoro, pois ela nunca mais conseguiria andar na Rua Cornelia.

“And I hope I never lose you, hope it never ends, I’d never walk Cornelia Street again. That’s the kind of heartbreak time could never mend, I’d never walk Cornelia Street again”

(“E eu espero nunca te perder, espero que isso nunca acabe, eu nunca mais andaria na Rua Cornelia novamente. Esse é o tipo de desilusão que o tempo não conseguiria curar, eu nunca andaria na Rua Cornelia novamente”)

Quando eu ouço essa música eu só consigo pensar em uma coisa: Ela está praticamente nos contando tudo! É como se ela dissesse para nós “Vocês não precisam ler fofocas na internet ou nas revistas, aqui está tudo o que aconteceu comigo em minha vida amorosa nos últimos três anos.”, e honestamente, não tem nada mais lindo do que isso para nós fãs.

DEATH BY A THOUSAND CUTS

A música “Clean” do álbum 1989 inspirou um filme chamado “Alguém Especial” da Netflix dirigido pela Jennifer Kaytin Robinson que declarou que o filme não existiria se não fosse pela música. Jennifer estava se curando de um término muito doloroso quando ouviu “Clean” e disse: “foi como se uma melhor amiga me trouxesse uma garrafa de tequila e um abraço de urso”.

Taylor então assistiu ao filme e escreveu “Death By a Thousand Cuts” a única música sobre término de relacionamento do álbum “Lover”. O filme conta a história de um casal que termina o relacionamento após nove anos e Swift contou: “É um filme sobre como a personagem principal tem que terminar um relacionamento que ela não quer terminar porque ela está apaixonada por essa pessoa, eles começaram a se distanciar mas ele não é um idiota. É triste porque é realista, o tempo passou e agora somos pessoas diferentes e isso é a coisa mais devastadora”.

Cena do filme “Alguém Especial”

Mesmo que a cantora não tenha tido experiências de términos dolorosos pelos últimos três anos ela tem muita experiência sobre o assunto já que escreveu várias músicas sobre. Há uma clareza enorme na letra de uma mulher extremamente madura que já teve que lidar com vários tipos de desilusões e sabe escrever sobre isso como ninguém. Quando ela fala que está “tentando achar uma parte de mim que você não tocou” eu senti a como há verdade dentro desse verso, pois ela se refere a “tocar” não apenas pelo ato em si, mas o toque como: uma pessoa pode não só tocar o nosso corpo, mas também nossa personalidade e como isso pode ficar gravado em nós para sempre mesmo não querendo.

Não só esse verso, mas os versos preferidos de Taylor no álbum estão nessa canção: “Our songs, our films, united we stand, our country, guess it was a lawless land, quiet my fears with the touch of your hand, paper cut stains from our paper-thin plans.”

(“Nossas músicas, nossos filmes, unidos ficamos, nosso país, acho que era uma terra sem lei, aquieta meus medos com o toque de suas mãos, manchas de cortes de papel, dos nossos planos finos como papeis”).

LONDON BOY

A música já inicia com alguém falando em sotaque britânico: “Nós podemos andar por aí em Londres… dirigindo na minha Scooter”. O que ninguém sabia a princípio é que essa é a voz do ator inglês Idris Elba respondendo qual seria seu date perfeito no programa do apresentador (também britânico) James Corden, “The Late Late Show”. Tanto Idris quanto James estarão no elenco do filme “Cats” com a Taylor.

A letra fala sobre visitar vários lugares de Londres: Camden Market, Highgate, o West End, Brixton, Shoreditch, Hackney e Bond Street enquanto se apaixona por um Londrino, o que é óbvio quando ela começa a música dizendo que se encantou pelo sotaque do rapaz (cof cof Joe cof cof). A canção rendeu muita confusão entre os fãs, pois muitos ficaram perplexos achando que a visita a todos esses lugares foram feitas em 24 horas. Taylor esclareceu em uma entrevista ao BBC Radio 1 que na verdade não foi bem assim: “Isso na verdade aconteceu no espaço de 3 anos. Alguém me contou ‘eles acham que você fez isso em um dia só’, e eu fiquei tipo, ‘não, nunca conseguiria fazer isso.’ Você faria em 3 anos!” contou a cantora.

A música levanta mais ainda a suspeita de que Taylor e Joe estariam vivendo juntos em Londres. Será?

SOON YOU’LL GET BETTER

Em 2015 Taylor, em sua conta do Tumblr, dividiu com os fãs a triste notícia de que sua mãe, Andrea, estava com câncer de mama. A cantora contou que pediu para a mãe fazer um exame por precaução mesmo que nada parecesse errado, e alguns dias depois recebeu o diagnóstico. Ela recomendou aos fãs que fizessem o mesmo, e pedissem para que nossos pais passassem por um check-up, pois às vezes com a correria do dia a dia eles simplesmente não fazem ou deixam para depois.

Quem é fã a muito tempo da Taylor sabe que ela e a mãe dela sempre foram muito unidas, e que Andrea sempre foi muito ativa e uma grande apoiadora da carreira da filha, foi um grande choque para nós também.

Taylor finalmente escreveu sobre a batalha da mãe e da família toda contra o câncer que entrou em remissão, mas que voltou recentemente. Apesar de não sabermos todos os detalhes por uma opção da cantora, ouvimos a música e sabemos mais profundamente de como está sendo duro para Swift ter que lidar com isso. Ela também contou que não consegue nem escutar a música e que provavelmente nunca a cantará ao vivo: “É muito interessante, pois eu não acho que escrevi nem uma canção como essa antes. Ela é muito difícil. Não é algo que nós lidamos até que alguém próximo a nós passa por algo parecido.” contou Taylor.

Na letra da canção, Taylor conta que não sabe o que fazer caso algo aconteça com a mãe: “And I hate to make this all about me, but who am I supposed to talk to? What am I supposed to do, if there’s no you?”

(“E eu odeio fazer que isso seja sobre mim, mas com quem eu conversaria? O que eu faria se não houvesse você?”).

Nós do lado de cá só conseguimos desejar força para toda a família e melhoras para a Mama Swift!

FALSE GOD

De longe a música mais poderosa e mais sexy do álbum, “False God” trata o amor e um relacionamento com alguém como uma religião que ela adora (e muito, por sinal).

A letra conta sobre o medo de como será um desafio os dois ficarem juntos uma vez que eles estão sendo movidos por uma fé cega, uma metáfora para o amor que estão sentindo. Algumas outras metáforas são utilizadas na canção, como quando ela diz que quando eles se envolvem fisicamente ela se sente no paraíso, e quando eles brigam, ela se sente no inferno e reforçam a ideia de religião.

Mas ao mesmo tempo em que a fé cega é arriscada, é ela que faz um relacionamento ir para frente. Mesmo que você não tenha certeza se é isso mesmo, a fé, mesmo que incerta, é o que faz com que você siga em frente e arrisque.

But we might just get away with it, religion’s in your lips, even if it’s a false god, we’d still worship. We might just get away with it, the altar is my hips, even if it’s a false god, we’d still worship this love.”

(“Mas nós podemos nos safar ilesos, a religião está em seus lábios, mesmo que seja um falso Deus, nós o adoraríamos. Nós podemos nos safar ilesos, o altar é o meu quadril, mesmo que seja um falso deus, nós ainda adoraríamos esse amor”)

Tem coisa mais sexy?

YOU NEED TO CALM DOWN

O segundo single oficial do álbum trás uma mensagem que Taylor nunca tinha passado antes em nenhuma de suas músicas. Igualdade de gênero e direitos iguais para os membros da comunidade LGBTQI+!

Já no lançamento do lyric vídeo, muitos fãs se surpreenderam com a temática da música e com a menção à entidade GLAAD que é a maior organização do mundo que defende pessoas LGBTQI+ da violência e do ódio. A cantora fez uma doação muito generosa para a entidade, o que motivou muitos fãs a doarem também.

Já antes do tão aguardado lançamento de YNTCD, Swift havia postado em seu Instagram uma carta aberta ao senador do Tennessee Lamar Alexander (que ela votou nas últimas eleições) pedindo para que ele apoiasse o Equality Act (Ato de Igualidade) que, se aprovado, passará a proteger os membros da comunidade LGBTQI+ americanos da descriminação pública ao comprar uma casa ou arrumar um emprego por exemplo.

É admirável ver a Taylor usando a plataforma que ela tem para apoiar questões tão urgentes e importantes. Quanto orgulho!

AFTERGLOW

“Lover” é o álbum mais confessional da Taylor até agora, pois nele ela se abre mais do que o necessário para falar sobre os seus sentimentos e o que tem acontecido na vida pessoal dela nos últimos três anos. “Afterglow” é um dos exemplos mais claros disso.

O significado de “Afterglow” é: Um brilho que aparece no céu depois que o sol se põe. E durante o CD inteiro ela brinca com o conceito de sol, luz do céu, claridade e etc.

A letra cumpre uma das tarefas mais difíceis de um ser humano, a de admitir que errou e/ou que exagerou no momento de alguma briga com o parceiro ou parceira. A música é como um pedido de perdão e reconhecimento de que nem sempre ela lida com alguma situação da forma mais apropriada. Em uma entrevista, Taylor chegou a admitir que é a primeira a arrumar brigas exageradas em seus relacionamentos já que sempre assume o pior logo de cara. Normal, a gente também faz isso, né?

A dica do nome da faixa apareceu no clipe de “Lover” durante a cena em que aparece um tabuleiro do jogo palavras cruzadas. O título do tabuleiro é “King Of Hearts” o que pode ser uma menção à canção “King Of My Heart” do álbum Reputation. Talvez as duas músicas tenham sido escritas para a mesma pessoa… que a gente já sabe bem quem é!

“Fighting with a true love is boxing with no gloves, chemistry ’til it blows up, ’til there’s no us. Why’d I have to break what I love so much? It’s on your face, and I’m to blame, I need to say”

(“Brigar com o amor verdadeiro é como lutar boxe sem luvas, química até a explosão, até que não haja mais nós. Por que eu tenho que quebrar o que eu amo tanto? Está em seu rosto, e a culpa é minha, preciso dizer”)

ME!

Amor próprio e empoderamento. Foi assim que Taylor definiu o tema da canção “ME!”, primeiro single oficial do álbum Lover.

Brendon Urie da banda Panic At The Disco é o parceiro de Taylor nos vocais da canção.

Ao invés dos fãs ficarem especulando sobre quem a música é, muitos se surpreenderam com o fato de que ela fala sobre nós mesmos e sobre celebrar exatamente quem somos. “’ME!’ é uma música sobre abraçar a sua individualidade e assumi-la. Eu acho que com uma música pop tenho a habilidade de grudar a canção na cabeça das pessoas, e eu quero que essa seja aquela que faça com que elas se sintam bem sobre elas mesmas”.

E um fato muito importante que não podemos esquece é: Taylor adotou o gatinho do clipe e deu o nome de Benjamin Button!

Taylor: Posso ficar com ele?
Produtora: Ele está disponível.

IT’S NICE TO HAVE A FRIEND

Taylor deu à “Mary’s Song” do álbum Taylor Swift uma irmã! Brincadeira. Mas passa pela minha cabeça quando ouço “It’s Nice To Have a Friend”.

Delicada, a música conta a história de um casal que se conhece desde pequenos, começam um relacionamento quando viram adolescentes e se casam adultos.

“Church bells ring, carry me home. Rice on the ground looks like snow. Call my bluff, call you “babe”, have my back, yeah, everyday. Feels like home, stay in bed, the whole weekend. It’s nice to have a friend.”

(“Sinos da igreja tocam, me carrega para casa. Arroz no chão parece neve. Pagou para ver, te chamei de amor, me defende todos os dias. Me faz sentir em casa, ficar na cama, o final de semana inteiro. É bom ter um amigo”)

Na melodia, a música conta com a participação do coral da escola Regent Park de Toronto. E ainda parte do valor arrecadado com o streaming da música vai para o coral. Rainha generosa essa Taylor!

DAYLIGHT

Fechando um álbum cheio de músicas que vão nos marcar pelo resto de nossas vidas, aparece “Daylight”!

Segundo a cantora essa música daria título ao álbum, mas quando escreveu “Lover” ela sabia imediatamente que esse seria o nome do CD. Ela disse: “O álbum começou a se organizar de uma forma que ‘Lover’ seria a música comissão de frente. É um álbum muito romântico, mas também é um álbum que celebra o amor em toda a sua complexidade”.

“Daylight” traz uma sensação fechamento, pois parece que ela finalmente conseguiu se perdoar e entrar em uma nova fase de sua vida. Para comprovar isso, uma parte da música diz: I once believed love would be burnin’ red, but it’s golden” (“Eu cheguei a acreditar que o amor era vermelho como o fogo, mas é dourado”). Os versos fazem referência à música “Red” do álbum com o mesmo nome, mostrando que no passado o que ela acreditava sobre o amor não é mais a mesma coisa, porque talvez agora ela tenha encontrado alguém que faz com que ela acredite no amor. Eu não estou chorando, você que está!

E pra fechar a matéria especial, uma mensagem da Taylor pertencente à última música.

“I wanna be defined by the things that I love
Not the things I hate
Not the things I’m afraid of, I’m afraid of
The things that haunt me in the middle of the night,
I just think that you are what you love”

(“Eu quero ser definida pelas coisas que eu amo

Não pelas coisas que eu odeio

Não pelas coisas que eu tenho medo, eu tenho medo

Das coisas que me assombram no meio da noite

Eu só acho que você é o que você ama”)

“Eu só quero escutar Taylor Swift sozinha.”
design por jessica vieira & juan gouveia
programação por danielle cabral & jefferson souza
SWIFTWORLD.COM.BR © 2012 - 2019
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS